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História da Distribuição de Combustíveis no Brasil

1912
  Tem início a distribuição sistemática de derivados de petróleo no Brasil, realizada em latas e tambores.

 

1922
  Entrada no mercado brasileiro da Atlantic Refining Company of Brazil, em 07 de julho. 

 

1934
  Entra em funcionamento a Destilaria Rio Grandense S.A. em Uruguaiana, Rio Grande do Sul, que deu origem em 1937 a primeira Refinaria de Petróleo do país.

 

1938
  Criado o Conselho Nacional do Petróleo, pelo Decreto-Lei nº 395, de 29 de abril de 1938, com o objetivo de, dentre outros, regular e fiscalizar as atividades de exploração, refino, importação, distribuição e comercialização de petróleo e seus derivados.

 

1941
  Criação do Sindicato do Comércio Atacadista de Minérios e Combustíveis Minerais do Rio de Janeiro, em 30 de janeiro, que deu origem, em julho de 1964, ao Sindicato Nacional do Comércio Atacadista de Minérios e Combustíveis Minerais, hoje SINDICOM - Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis e de Lubrificantes.

 

1953
  Estabelecido o monopólio da União sobre a lavra, refinação e transporte marítimo do petróleo e seus derivados, sendo criada a Petrobrás para exercê-lo, de acordo com a Lei nº 2004, de 3 de outubro de 1953.

 

1975
  É lançado o Programa Nacional do Álcool - Proálcool, e as Distribuidoras começam a adaptar suas instalações e bombas para o novo combustível.

 

1988
  Consagrado o monopólio da União sobre o petróleo e seus derivados, através da Constituição promulgada em 5 de outubro de 1988.

 

1990
  Criado o Programa Federal de Desregulamentação.

Estabelecido o critério de preços máximos nos postos revendedores e liberados os preços do querosene iluminante e dos lubrificantes automotivos.

Criação do Departamento Nacional de Combustíveis com a extinção do Conselho Nacional do Petróleo.

 

1991
  São inaugurados no Rio de Janeiro e em São Paulo os primeiros postos de abastecimento de veículos leves (taxis) movidos a gás natural.

Ainda nesse ano os combustíveis aditivados são introduzidos no mercado brasileiro.

 

1995
  Os preços dos combustíveis são desequalizados, com a inclusão do valor dos fretes de transferência/coleta (Álcool) na formação do preço.

 

1996
  Liberação dos preços, a partir da Refinaria, da gasolina, do álcool hidratado e do querosene de aviação.

 

1997
  Aprovada pelo Congresso Nacional a Lei 9478, de 6 de agosto de 1997, que regulamenta a flexibilização do monopólio.

Ainda no ano de 1997, foi lançada a gasolina premium no mercado brasileiro.

 

1998
  Criação da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis e conseqüente extinção do Departamento Nacional de Combustíveis, pelo Decreto nº 2455, de 14 de janeiro de 1998.

 

1999
  Autorizada a importação de Óleos Combustíveis e exportação de Petróleo.

 

2000
 

Autorizada a produção de Gasolina pelas Centrais Petroquímicas.

Portaria ANP 116/2000: Regulamenta o exercício da atividade de revenda varejista de combustível automotivo.

 

2001
  Reforma tributária nos combustíveis (Emenda Constitucional 33 e Lei 10.336 - CIDE).
Liberação do preço do Óleo Diesel.

 

2002
  Fim do período de transição para a liberação do mercado, com a livre formação de preços nas refinarias e liberdade para importação de Gasolina e Óleo Diesel.

 

2003
 

Redução da alíquota de ICMS no Álcool Hidratado no Estado de São Paulo.

 


2004 
 

Criação do Programa Nacional do Biodiesel.  



2005 
 

Marco regulatório do Programa Biodiesel com a regulamentação da Lei 11.097/05, que estabelece percentuais mínimos de mistura do novo produto ao diesel.




2006 
 

Obrigatoriedade da adoção do corante no álcool anidro, instituída pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustível – ANP, a fim de inviabilizar a fraude neste combustível.




2007

    Publicada a Resolução ANP nº 07/2007, que proíbe a venda pelas distribuidoras a postos de
    outras bandeiras e restringe a venda entre distribuidoras em até 5%.



2008

     A partir de 1o de janeiro passa a ser obrigatória a adição de 2% de biodiesel a todo óleo 
    diesel comercializado no Brasil. (Resolução 05/2007 - CNPE), em julho essa obrigatoriedade
    passou a 3%.

 

 
 
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